terça-feira, 29 de março de 2011

E o prazo do federal só aumenta.....

Salut pessoas!

Pra variar estamos aqui mais uma vez pra falar sobre o prazo do Federal.

Temos visto muitos “disse que me disse” por ai na net, muitas teorias e tal, mas até agora não tínhamos nada muito concreto, até que ontem vimos o post do blog Amamos Maple e as noticas não são muito animadoras.

O que acontece é o seguinte, resumindo: eles conseguiram falar com a Maura que acabou jogando aquele balde de água fria neles. O processo que era de até 10 meses e depois passou para 1 ano agora é por volta de 14 meses (se bem que tem pessoas no orkut já com 14 meses e ainda sem previsão para pedido de passaportes).

O post original pode ser lido aqui: Alo Maura?

Enfim, enquanto isso ficamos aqui, conjugando o verbo attendre!

A bientôt.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Declaração de Saída Definitiva do País

Se tem algo que me irrita profundamente é ter que fazer a Declaração de Imposto de Renda. É chato, me cansa, tem N detalhes e sempre vejo quanto do meu $$ foi pro bolso de muitos por ai e não foi aproveitado pelo país.

Mas enfim, em tempos de IR e imigração tenho tido uma pequena, bem pequena mesmo, inspiração para pesquisar um pouco sobre como faremos com a nossa declaração de saida definitiva do país. E por ver um pouco disso no dia a dia do meu trabalho e ver como isso é chato, achei melhor colocar uma materia pronta sobre o assunto, já bem explicadinha, até pq não sou contadora e muito menos tributarista.




Saiba como não-residentes e estrangeiros devem fazer a declaração.
Perguntas sobre o tema foram respondidas pela consultoria IOB a pedido do G1.

A consultoria IOB elaborou, a pedido do G1, uma lista de questões sobre a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2008 para não-residentes e estrangeiros.

Veja os principais temas:

1) A pessoa física que não reside no Brasil está obrigada a apresentar a declaração? Resposta: Não. O não-residente no país fica obrigado a apresentar somente a Declaração Anual de Isento, caso ele possua bens e direitos sujeitos a registro público, independentemente do valor.

2) A pessoa física que mora fora do Brasil está obrigada à inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF)?
Resposta:
Sim. A pessoa física não residente no Brasil que possua bens e direitos sujeitos a registro público, inclusive imóveis, veículos, embarcações, aeronaves, participações societárias, contas-correntes bancárias, aplicações no mercado financeiro ou aplicações no mercado de capitais, está obrigada a inscrever-se no Cadastro de Pessoas Física (CPF).

3) A pessoa física que saiu do Brasil sem entregar a Declaração de Saída Definitiva continuará a ser considerada como residente no país?
Resposta:
A pessoa física que se retirou do território brasileiro sem a entrega da Declaração de Saída Definitiva será considerada:
1) durante os primeiros 12 meses, como residente no Brasil;
2) a partir do 13º mês consecutivo de ausência, como não-residente.

4) Pessoa física que more fora do país, mas tenha rendimentos acima do mínimo para declaração no Brasil, é obrigada a declarar o IR?
Resposta: Caso a pessoa tenha entregue a Declaração de Saída Definitiva ao deixar o Brasil, ela está dispensada da declaração do IR, mas deve fazer a declaração de isento, para manter o CPF ativo. A pessoa que não entrou a Declaração de Saída Definitiva é obrigada a declarar o rendimento no país e também os auferidos no exterior, estes últimos por meio de carnê-leão. Por isso, aconselha-se o preenchimento da Declaração de Saída Definitiva para evitar a tributação durante o período de ausência do país.

5) A pessoa física que não mora no país e recebe rendimentos de aposentadoria ou pensão no Brasil tem direito à isenção de R$ 1.313,69 sobre esses valores, caso tenha 65 anos ou mais?
Resposta:
Somente o residente no Brasil tem direito a essa isenção. Os não-residentes, mesmo com mais de 65 anos, não terão direito a ela.

6) Uma pessoa física não-residente que retorna ao território nacional readquire de imediato a condição de residente ou deve permanecer 184 dias para readquirir essa condição?
Resposta:
Quando o brasileiro retorna ao Brasil para fins de residir permanentemente, passa a ser residente a partir da data da chegada no território nacional. Não necessitará aguardar os 184 dias.

7) Como é tratada pela tributação a pessoa física que não reside no pais, portadora de visto temporário, que entra e sai várias vezes do território nacional?
Resposta:
Caso não adquira a condição de residente, os rendimentos adquiridos no Brasil serão tributados de forma definitiva ou exclusiva na fonte, sem possibilidade de restituição na declaração. Quando a pessoa física em questão adquirir a condição de residente no país, a partir dessa data os rendimentos recebidos de fontes situadas no território nacional serão tributados de acordo com as mesmas normas aplicáveis aos residentes no Brasil.

8) Quando um imposto é pago no exterior, por pessoa física, pode ser compensado no Brasil?
Resposta:
O imposto de renda pago em país com qual o Brasil tenha firmado acordo, tratado ou convenção internacional prevendo a compensação, ou naquele em que haja reciprocidade de tratamento, pode ser considerado como redução do imposto devido no Brasil, desde que não seja compensado ou restituído no exterior.

9) Quais providências deverá tomar a pessoa física que se ausentou do Brasil em caráter temporário e está ausente por mais de 12 meses?
Resposta:
A pessoa física que se ausentar do território nacional em caráter temporário, permanecendo no exterior por mais de 12 meses consecutivos, deve:
1) apresentar a Declaração de Saída Definitiva do país, relativa ao período em que tenha permanecido na condição de residente no Brasil no ano-calendário da caracterização da condição de não-residente:
a) até o último dia útil do mês de abril do ano-calendário da caracterização da condição de não-residente, caso esta ocorra até 31 de março do referido ano-calendário;
b) até 30 dias contados da data em que completar 12 meses consecutivos de ausência, nas demais hipóteses;
2) recolher em cota única, até a data prevista para a entrega das declarações de que trata o item 1, o imposto nelas apurado e os demais créditos tributários ainda não quitados, cujos prazos para pagamento são considerados vencidos nesta data, se prazo menor não estiver estipulado na legislação tributária.

10) Qual é a tributação dos rendimentos auferidos por empregado estrangeiro de empresas também estrangeiras situadas no Brasil?
Resposta:
O empregado que ainda estiver na condição de não-residente no país terá no recebimento dos rendimentos tributação exclusiva na fonte. Os estrangeiros passam à condição de residente a partir da data da chegada, ainda que com visto temporário, se adquirirem a condição de empregado com vínculo com empresa aqui estabelecida.

11) São tributados no Brasil os rendimentos de prestação de serviços de funcionário ou técnico estrangeiro pagos pelas representações estrangeiras?
Resposta:
Os rendimentos recebidos, pagos ou creditados por representações estrangeiras, desde que haja reciprocidade de tratamento a brasileiros que exerçam funções idênticas no país estrangeiro, inclusive os correspondentes às funções oficiais exercidas no Brasil, não sofrerão incidência na fonte e na declaração.

12) Em que condições a pessoa física é considerada residente no Brasil?
Resposta:
São considerados residentes pela legislação do Imposto de Renda, conforme o art. 2º da Instrução Normativa SRF nº 208/2002:
1) quem resida no Brasil permanentemente;
2) o brasileiro ausente para prestar serviços como assalariado a autarquias ou repartições do governo brasileiro situadas no exterior;
3) quem ingresse no Brasil com visto permanente ou temporário.
5) quem chegue para trabalhar com vínculo empregatício, na data da chegada;
6) na data em que complete 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, dentro de um período de até 12 meses;
7) na data da obtenção de visto permanente ou de vínculo empregatício, se ocorrida antes de completar 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, dentro de um período de até 12 meses;
8) brasileiro que adquiriu a condição de não-residente no Brasil e retorne ao país com ânimo definitivo, na data da chegada;
9) quem se ausente do Brasil em caráter temporário, ou se retire em caráter permanente do território nacional sem entregar a Declaração de Saída Definitiva do país, durante os primeiros 12 meses consecutivos de ausência.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Possibilidade do Federal Recusar?

Pessoas

Lembro de ter ouvido a Soraia falando em alguma palestra que uma vez que somos aprovados pelo BIQ, o federal só poderia recusar caso o candidato tenha algum problema de saude "contagioso" ou que cause grande demanda para o sistema de saude canadense e caso tenha algum cometido algum crime ou algo do tipo.

Enfim, estamos começando a tomar decisões muito importantes, que ainda não posso falar aqui, mas assim que possivel contarei, e como em toda decisão importante que temos que tomar, é claro que bate aquela insegurança.

Bom, alguém já ouviu falar algo do tipo? Não me lembro de nenhuma historia de recusa no federal, mas se alguém souber me contem s.v.p!

Até mais!

domingo, 13 de março de 2011

No news

Salut pessoas!

Faz tempo que não passamos por aqui, mas é somente pela falta de novidades. Estamos chegando no 4 mes de federal e até agora nada, nem E-cas e nem uma noticia animadora por enquanto.

Outra coisa que ainda não andou foi a avaliação comparativa de estudos. Ainda falta um diploma do Fabiano e a escola disse que vai demorar 30 dias para entregar... e não adiantou dizer que era urgente que não teve jeito. É esperar e pronto. Mas assim que estiver tudo pronto para enviarmos, coloco aqui uma explicação de como funciona o processo.

Enfim, enquanto isso estamos tentando manter a nossa rotina de estudos e pesquisas e esperamos ter novidades em breve.
Enquanto não temos nenhuma novidade vamos nos distrair e tentar ocupar o tempo com as leituras. Achei muito interessante esta pagina especial do The Star sobre imigração. Tá certo que o foco é em Toronto, mas mesmo assim é valido e muito interessante.

Bom é isso pessoal e até mais.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

3 meses de Federal



Salut pessoas!!!

Estamos passando aqui apenas para registrar que hoje completamos 3 meses que entregamos os documentos pro processo federal, e é claro, still no news, nem ao menos o cadastro no e-cas, nada de nada mesmo. Enquanto isso a vida caminha normalmente, tirando a ansiedade.

Para amenizar um pouco essa ansiedade, estamos tentando ocupar a nossa mente com outras atividades, inclusive estudando muito frances.

Outra coisa que estamos preparando, é a avaliação comparativa de estudos. Agora que nossos documentos traduzidos chegaram, estamos pesquisando bastante sobre a avaliação e estou começando a preparar o dossiê. Assim que estiver pronto coloco aqui tudo bem detalhado. Também estamos pesquisando um pouco sobre abertura de conta corrente lá feita ainda aqui no Brasil para mandarmos um pouco de dinheiro sem precisar levar muita coisa nos bolsos, mas isso ainda está bem no inicio então ainda vamos pesquisar bastante e depois comento aqui.

Enfim, por enquanto é isso, ocupando a mente para enganarmos ao máximo a ansiedade.

Bonne fin de semaine.

À bientôt.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Avaliação comparativa de estudos – Parte 2

Salut pessoas!!

Comentei há um tempo atrás que enviamos nossos documentos para o Fabrice Bouchard fazer as traduções e assim dariamos inicio ao processo da avaliação comparativa de estudos. Bom , os originais das traduções chegaram hoje aqui em casa e pela conferencia que fiz estão todos em boa ordem, de acordo com o que pedimos.

Fizemos a tradução dos seguintes documentos:
Certidão de nascimento minha e do Fabiano
Certidão de casamento
Diploma da faculdade e do ensino médio e historicos de notas meus
Diploma da faculdade, ensino médio e técnico e historicos de notas do Fabiano

O tempo total desde a confirmação do serviço até o recebimento dos originais aqui em casa demorou exatos 30 dias. Foram duas semanas para traduzir os documentos e mais duas semanas desde a postagem até o recebimento, por que optei pelo correio normal e não DHL, UPS e afins que ficaria bem mais caro e não temos pressa mesmo.

Enfim, agora vamos juntar essas traduçoes com mais uma série de outros documentos e enviar tudo lá pro MICC e mais uma vez esperar um bom tempo por uma resposta.

Bom, é isso, quem estiver procurando um tradutor da ordem do Quebec, o Fabrice está mais do que recomendado, pois foi o melhor custo beneficio que encontramos, e o atendimento dele foi muito bom, sempre muito atencioso e tudo em portugues para evitar qualquer problema.

Logo mais prepararemos o dossie para a avaliação comparativa e coloco mais novidades.

A bientot!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

So you think you know everything about Canada, eh?

Salut pessoas!

Sei que essa matéria foi publicada em dezembro pelo The Star de Toronto, mas jpa fazia um tempão que estava com ela separada para colocar aqui no blog e acabei esquecendo.... anyway...

Bom, muito tem se falado no Canadá sobre a prova que os imigrantes tem que fazer quando fazem o pedido de cidadania (que poderemos fazer após 3 anos lá). Por um lado a maioria dos imigrantes diz que é muito dificil e a nova versão desta prova tem reprovado muita gente, e por outro os canadenses que dizem que tem que ser dificil mesmo e que os imigrantes tem que saber tudo sobre o país que escolheram para viver.

Para colocar um pouco mais de lenha nesta fogueira, o jornal The Star resolveu selecionar alguns leitores para fazerem um simulado do teste aplicado aos imigrantes, e apesar de várias aprovações, as reprovações também surpreenderam!!!

Bom, eu fiz o teste que eles dão no final da materia e não achei tão dificil assim (otimo, mais um passo rumo à cidadania) e acertei 17 de 20 (fiquei tão feliz :oD). Sei que ainda é cedo para pensarmos nisso, mas conhecimento nunca é demais e quem sabe um dia a gente não resolva pedir a cidadania mesmo, não é!?

Enfim, a materia é bem interessante, e o teste também, vale a pena a leitura! E depois nos contem o que acharam do teste também!!!!

Enjoy!

So you think you know everything about Canada, eh?


Canadians love Canada — despite the dreadful winter, high taxes and loser Leafs.

So when it was reported earlier this week that immigrants are flunking the new, tougher citizenship test in record numbers, outraged Canadians took over news websites, flooded radio shows and even blogged about it.

“Send them home,” said one. “Make it harder . . . no free rides,” said another reader. “There is just no excuse to fail the test,” was another comment.

Because Canadians know everything about Canada, eh?

Think again.

On a rain-soaked morning this week, the Toronto Star conducted this admittedly unscientific experiment asking six Canadian-born to take the citizenship test. Three men and three women had 20 multiple-choice questions — samples from Citizenship and Immigration Canada’s website — and 15 minutes. To pass, they needed 15 right answers.

The exercise yielded surprising results: three flunked, one squeaked by and two passed with flying colours.

“Obviously a small sample but it’s a very interesting experiment,” said Myer Siemiatycki, a professor in immigration settlement studies at Ryerson University.

“You would expect Canadian-born to do better because it is in their language and they have lived here all their lives,” he said. “But this sample tells that Canadians have a job ahead of them for understanding their own country.”

The new test, introduced March 15, is based on a bulked-up guide released a year ago to give newcomers a richer picture of Canada’s history, culture and politics. It was introduced partially because critics said the old test was too straightforward and there were allegations that people were simply memorizing answers.

Discover Canada, a 63-page guide, replaced the slimmer volume from 1995 that had less information. The failure rate for the old citizenship test ranged between 4 and 8 per cent. But the rate rocketed to about 30 per cent when the new one was introduced.

Officials then revised the rules and made it a little easier, and now the failure rate stands at 20 per cent — still way higher than a year ago.

The old and new tests are in English and French, and include 20 multiple-choice questions and a 30-minute time limit. But while wannabe-Canadians needed to get 12 questions correct in the old exam, the pass mark for the new test was set at 15.

In the Star’s experiment, one woman got 15 questions right, while two men each got 18 correct.

No one got 20 out of 20.

To be fair, the six Canadians had no advance notice, no time to prepare and only 15 minutes to complete the test.

About 10 Star journalists also took the test and on average got 18 questions correct.

Surprisingly, the one question that tripped up almost everyone was on who can vote in federal elections. (Note to everyone: Only Canadian citizens can vote in any election. Not permanent residents, foreign workers, diplomats or international students.)

Matthew Consky, a 35-year-old insurance lawyer and self-confessed trivia buff, did the test in less than eight minutes. “It wasn’t very hard, though there are some trick questions,” he admitted.

He isn’t outraged that some immigrants are flunking it. “It’s good to know about Canada’s history, but honestly I’d be more concerned with language issues.”

Peter Hall, an assistant retail manager in downtown Toronto, also took about eight minutes to complete the test and got 18 questions right. “I think a lot of Canadians would also fail this test . . . I don’t know why people are making such a big deal out of it for immigrants.”

Not everyone feels that way.

Ildiko Drabik, who works for Initiative Media, an advertising agency, said she was disappointed new immigrants couldn’t pass the test. “It’s not so hard,” she said after getting 15 questions right in less than 10 minutes.

A first-generation Canadian whose parents emigrated from Hungary and Spain in the 1950s, she said newcomers should feel proud to be Canadian “and part of that includes knowing the basic history of your adopted country.”

“I know most of this stuff . . . reminds me of Grade 10,” said Chloe Tse, a 25-year-old freelance writer as she struggled to complete the test on a recent early morning.

She, like everyone else who tested their knowledge of Canada, was stumped when she got to the 13th question: Who was Sir Louis-Hippolyte La Fontaine?
No one had heard of the first person to head a responsible government in Canada, in 1849, although some examinees made a good guess.

“That was a tough one,” said Tse.

Julie LaFortune, a spokesperson for Citizenship and Immigration Canada, said the test comes from a pool of more than 100 questions. Questions are shuffled regularly and several different tests are used at each testing session to reduce any risk of memorization, she added.

Those who fail can show they meet the knowledge requirement, either by writing another citizenship test or through an interview with a citizenship judge. The judge rules whether the applicant meets all the requirements for citizenship, including adequate knowledge of English or French.

Applicants can reapply.

About 150,000 people take the citizenship test every year. The required 75 per cent to pass is the same as in Australia and the United Kingdom, but higher than the 60 per cent required south of the border.


How they fared

Matthew Consky:
35, lawyer
18 correct, completed in 8 minutes
Surprisingly, he got this question wrong: Name four fundamental freedoms that Canadians enjoy.

Chloe Tse:
25, freelance writer
13 correct, completed in 15 minutes
Definitely not a morning person or she would have known that serving in the military is not one of the three responsibilities of citizenship.

Kym Tate:
36, salesperson
12 correct, completed in 15 minutes.
Did the test as customers milled around and asked about different sizes and style of clothing. Was likely distracted when she got the question about who can vote in Canadian federal elections wrong.

Ildiko Drabik:
53, Initiative Media
15 correct, completed in 12 minutes
A proud first-generation Canadian, got most questions about history right but tripped up on political ones.

Peter Hall:
49, assistant retail manager
18 correct, completed in 8 minutes
Got all questions right until he got to No. 14, then made wrong choice for the three branches of government.

Brock Burch
32, landscaper
14 correct, completed in 10 minutes.
He didn’t find the test very hard but said if he’d had some time, even 15 minutes to prepare, he would have got every question right.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

As coisas valem mesmo o valor que pagamos (Aqui no Brasil)?

Materia muito interessante publicada hoje no portal do IG.


A materia faz uma analise dos carros com os preços mais baratos aqui no Brasil e converte o valor deles para Dolar para verem o que dá pra comprar com este valor nos Estados Unidos.

Tá certo que a comparação é com o USA, mas já dá para termos uma ideia também dos valores praticados pelos canadenses, que não são muito diferentes....

Carro popular nacional vale o mesmo que esportivo nos EUA


Confira o que é possível comprar no exterior com o valor que se paga pelos dez modelos mais baratos do Brasil


Carro no Brasil não é caro, é caríssimo. E embora tenha havido uma certa estagnação nos preços mesmo após o fim do desconto do IPI, os valores ainda estão muito acima dos praticados em outros mercados, inclusive nos mais desenvolvidos. A culpa desse abuso varia. As montadoras apontam a carga tributária, que varia entre 27% a mais de 40% do preço total do veículo. Mas tem quem pague sem reclamar, o que representa mais um problema.
Pelo mesmo preço que se paga por um carro “popular” no Brasil é possível comprar um automóvel de qualidade muito superior nos Estados Unidos, mesmo na atual crise que vive. Por lá, os impostos representam cerca de 6% no valor dos veículos, além do que o consumidor sabe exatamente quanto paga pelo produto e quanto vai para o governo, uma transparência que não é nem imaginada em nosso país.
Para termos uma noção dessa diferença, convertemos para dólar os valores dos 10 carros mais baratos à venda no país e saímos em busca de opções pelo mesmo preço nos EUA. O resultado, surpreendente, você confere abaixo:

Fiat Mille por preço de Kia Cerato

O veterano Mille, disponível por aqui desde 1984, tem preço tabelado em R$ 24.020 (cerca de US$ 14.360). Com tal valor, o compacto da Fiat ostenta o título de carro mais barato do Brasil. Mas se fosse nos EUA... Por lá, com US$ 13.695, você sai de uma concessionária Kia com um sedã Cerato LX tinindo de novo. E estamos falando de um carro com motor 2.0 e que traz de série itens que fariam o preço no modelo feito em Betim (MG) subir até o espaço, como ar-condicionado, freios ABS e nada menos que 5 airbags. E ainda sobraria US$ 665, cerca de R$ 1.100. Ainda acha o Mille barato?

Ford Ka por preço de New Fiesta hatch

A segunda geração do Ford Ka com motor 1.0 no Brasil parte de R$ 25.420, equivalente a US$ 15.200. Por US$ 15.158 compra-se nos EUA a versão hatchback do New Fiesta. Quer saber o que traz de fábrica? Motor 1.6 Duratec de última geração, 4 airbags, controle eletrônico de tração e estabilidade, freios ABS e pasme, 5 anos de garantia. O que o Ka traz de série? Ventilador, vidros manuais e preparação para som, pois o aparelho é vendido à parte.

Chevrolet Celta por preço de Volkswagen Jetta

Essa comparação é de doer, já vamos avisando. O Celta custa no Brasil "acessíveis" R$ 25.865, aproximadamente US$ 15.460. Com US$ 15.000 na carteira você pode andar na geração mais atual do Volkswagen Jetta zero km nos EUA. Tudo bem que o motor 2.0 de 115 cv não é nenhuma maravilha, mas o sedã da VW tem muita classe, porta-malas para mais de 500 litros de volume de bagagem e uma extensa lista de itens de série. O pacote inclui 4 bolsas infláveis de segurança, controles eletrônicos de estabilidade e tração, aparelho de som, entre outros equipamentos triviais nos EUA, como direção ar-condicionado e trio elétrico. O compacto da Chevrolet, por sua vez, não possui nem direção hidráulica e conta-giros no painel é um luxo recentemente incorporado.

Effa Motors M100 por preço de Toyota Corolla

O polêmico M100, compacto fabricado e vendido na China a preço de banana, custa R$ 25.980 por aqui, sendo o quarto carro mais barato do mercado. Seu valor convertido para a moeda norte-americana fica na casa dos US$ 15.529. Um Toyota Corolla com câmbio manual nos EUA sai da loja por US$ 15.450. O modelo chinês, ao menos, vem bem equipado, mas qualidade definitivamente não é o seu forte. Sua suspensão traseira, por exemplo, é similar a de um antigo Fiat 147. Já o Corolla é um dos carros símbolo da montadora japonesa, que ficou famosa justamente pela confiabilidade de seus veículos, apesar da série de recalls que manchou sua reputação nos últimos anos.

Renault Clio por preço de Nissan Sentra

O Clio, modelo de entrada da Renault no Brasil disponível por R$ 26.150 ou US$ 15.630, é mais caro que o sedã Nissan Sentra nos EUA, onde parte de US$ 15.520. Mesmo sendo o modelo "pé de boi" da linha, o carro da marca japonesa vem com o básico exigido pelo consumidor norte-americano: ar-condicionado, airbags, controles de estabilidade e tração, além do bom espaço interior, que comporta até 5 ocupantes e 440 litros de volume de bagagem no porta-malas. O compacto francês tem como destaque itens como ar-quente, desembaçador do vidro traseiro e brake light. Conta-giros e direção hidráulica são opcionais.

Volkswagen Gol G4 por preço de Honda Civic

O Gol G4, um modelo que ainda carrega muito do primeiro Gol de 1980, tem preço inicial tabelado em R$ 26.160, que em dólar representa algo em torno de US$ 15.640. Aumente em 15 dólares o valor do cheque e você leva para casa um Honda Civic DX nos EUA, modelo com motor 1.8 i-VTEC e câmbio manual de 6 marchas, além da conhecida lista de equipamentos de série presente na maioria dos carros no país à venda por essa faixa de preço. O Gol, por outro lado, tem visual ultrapassado, além de defeitos crônicos, como o volante desalinhado e o motor longitudinal, de concepção antiga.

Fiat Palio Fire por preço de Hyundai i30 CW

À venda por aqui por R$ 26.290 (US$ 15.714), o Palio Fire, versão mais simples da série, custa quase o mesmo que a station wagon Elantra Touring, carro que no Brasil leva o nome i30 CW. O modelo sul-coreano custa US$ 15.641 e figura como uma das opções mais acessíveis nos EUA para quem busca um carro familiar. Como é de praxe por lá, o carro vem repleto de equipamentos de série que não acrescentam um único "cent" no final da conta. O modelo da Fiat tem como grande destaque o Econometro, um indicador (sem precisão numérica) que indica o nível de consumo de combustível.

Peugeot 207 por preço de Jeep Patriot

O 207 pode até ser um carro compacto bonito, mas seu preço faria um norte-americano gargalhar. É vendido por R$ 27.990, o equivalente a US$ 16.730, quantia suficiente para comprar um SUV nos EUA com direito a troco. Um desses carros é o Jeep Patriot, que custa US$ 16.000 na versão 4x2. Além do tamanho, o carro tem quase 5 metros de comprimento, o veículo conta com suspensão traseira independente, equipamento considerado o mais avançado do gênero, que entrega mais segurança na condução além do conforto muito superior aos sistemas mais comuns com barra de torção.

Chevrolet Classic por preço de Cruze

Antes de tudo vale lembrar que o Classic é um derivado três volumes da segunda geração do Opel Corsa, lançado na Europa em 1992 e no Brasil em 1994. Pois bem. Atualmente, a Chevrolet pede por seu sedã compacto a quantia de R$ 28.044, cerca de US$ 16.763. Tal valor é ligeiramente superior ao do novíssimo Chevrolet Cruze, uma espécie de Classic do século XXI para o primeiro mundo. À venda nos EUA por US$ 16.440, o modelo conta com uma plataforma significativamente mais moderna, além de uma série de equipamentos de segurança de ponta. E que no Brasil será vendido como sucessor do Vectra este ano.

Novo Fiat Uno por preço de Kia Koup

Considerado um carro barato no Brasil, o novo Uno é mais caro que um elegante cupê esportivo nos EUA, no caso o Kia Koup. O carro da Fiat na versão de entrada Vivace começa em R$ 28.140, algo em torno de US$ 16.820. O modelo coreano é até mais barato na comparação. Parte de US$ 16.440 e vem com tudo que se imagina. Alguns de seus luxos são o controle eletrônico de velocidade de cruzeiro e sistema de monitoramento da pressão dos pneus, que alerta o motorista quando os compostos começam a murchar. Já o novo Uno traz..., bem nada além do essencial.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Assuntos aleatórios

Salut Pessoas!

Estamos passando aqui somente para comentar que nesta semana completamos 2 meses de processo federal e still no news. Hj estamos mais calmos e relaxados com a questão da demora, e estamos conformados que teremos que aproveitar melhor este tempo estudando mais francês, para sair daqui melhores um pouco no idioma (eu principalmente que qro voltar a estudar, mas enfim...)

Outra coisa é que acabamos fechando a questão da tradução dos diplomas e documentos com o Fabrice Bouchard mesmo. Tinhamos diversas indicações e também foi o melhor preço. Estamos gostando muito do atendimento dele (inclusive em Português). Ele nos disse que já está terminando as nossas traduções e nos enviará por correio de Montreal para SP ao custo de CAD 15 pela postagem. Também achamos ele muito atencioso com o trabalho pois revisamos boa parte dos documentos que ele pudesse ter alguma dificuldade de compreender o texto devido aos problemas do scaner ou até mesmo pela açao do tempo, já que os historicos de notas do ensino médio do Fabiano são mais antiguinhos... rsrsrsrs

Ah, quinta feira voltamos a ter as aulas de francês na École Quebec. Estamos bem animados pois teremos aula com uma professora recém chegada de Quebec e que só sabe falar Oi e Owbrrrigadah. Ou seja, aulas com 100% de francês e se a gente não souber como falar, vamos ter que nos virar, fazer mimica, dançar ou seja lá o que for para que ela nos entenda... Não é mto diferente de como pode ser a nossa vida no começo lá em Ville. E digo por experiência propria de ex-intercambista que isso ajuda mto! Vc ter que se virar na marra, tratamento de choque é uma das melhores coisas para o aprendizado.

Enfim, terminando, nossa ex-professeure super fofa a Maude lá da École foi passar as festas de final de ano com a familia em Quebec e nos trouxe as nossas Space Bags, super importantes para nós imigrantes cheios de malas para levar. Encomendamos  uma caixa dessa daqui com 5 unidades e duas caixas dessa daqui tipo cubo com 3 unidades cada. Espero que a gente consiga compactar um pouco mais nossa mudança agora e levar mais coisinhas. Já fizemos o testee aqui em casa com o aspirador de pó e não é que funciona mesmo!? Merci Beaucoup Profeee! 

Bom, é isso, sem mtas novidades importantissimas, mas seguindo nosso rumo.

A bientôt.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Bad news

Olá Pessoas
Hj tomamos um belo banho de água fria do pessoal do consulado!

Temos lido em vários foruns, blogs e comunidades que os processos estão todos atrasados e inclusive lemos até relatos de pessoas que já passaram as datas das cartas e o consulado ainda não entrou em contato e a única resposta que está sendo dada é “favor aguardar”. É claro que temos esperanças de que o nosso processo não empaque e que o nosso pedido de exames médicos saia logo, mas infelizmente a coisa tá feia mesmo....

Bom, fomos hoje no consulado levar um documento que preenchi errado, e além de fazer a substituição deste documento aproveitei é claro para bisbilhotar sobre o status dos processos. Quando perguntei para a Maura se os processos estão caminhando e os prazos das cartas estão sendo cumpridos ela nos respondeu o seguinte: “As datas são apenas estimativas e os processos atualmente estão demorando por volta de 12 meses.”

12 meses??? Como assim 12 meses se mês passado o prazo era de 10??? Pois é pessoas, a coisa tá tão feia lá que os prazos estão aumentando...

Pra quem está de fora, pode parecer pouco qdo dizemos 12 meses, sendo que o prazo inicial era de até 10 meses, mas esses 12 meses é o prazo para pedirem os exames médicos e depois dessa fase ainda demora mais 1 mês pelo menos para emitirem o visto. E o que isso significa? Significa que nossos planos de vender o apartamento até o meio do ano foram por água abaixo, começar a vender nossos móveis também e a saída definitiva do trabalho para só corrermos atrás de burocras teve que ser adiada. Além disso, se nosso processo demorar +/- 12 ou 13 meses significa que estaremos com o visto lá pra Janeiro de 2012, no auge do inverno, e se mudar em pleno inverno é muito mais difícil do que no verão!

Se contar que sentimos que estamos perdendo tempo aqui, tempo que poderíamos estar aproveitando lá, ganhando experiência, conhecendo lugares, pessoas e melhorando o nosso francês.... Sei que mtos vão dizer que podemos estudar francês aqui, mas o que aprenderemos aqui nem se compara com o que poderemos aprender lá... Digo isso por experiência própria...

Enfim.... estamos passando por uma montanha russa de sentimentos.. ficamos chateados, nervosos, preocupados, ansiosos com toda essa demora mas sabemos que nada disso adianta, só nos estressa mais ainda... E mais uma vez, pra não perder o costume, só nos resta esperar...

É isso, então estamos esperando, e parece que ficaremos assim por um bom tempo ainda...