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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Vamos morar em...

Montreal! 

Nunca pensei que seria tão difícil escolher a cidade onde morar, mas pelo menos por enquanto, nossa decisão está tomada. Não quero começar aqui mais uma daquelas famosas discussões sobre qual é a melhor cidade, Montreal ou Québec, vou apenas colocar as NOSSAS impressões sobre as duas cidades, nesses 2 meses que estamos aqui, e falar um pouco sobre a NOSSA escolha.

Antes de vir pra cá, pensávamos mesmo em ir diretamente para Québec, começar tudo do zero por lá, e só conhecer Montreal depois a passeio. Mas as coisas não aconteceram bem assim! Como vocês sabem, viemos pra cá melhorar o nosso francês antes da finalização do processo de residência, e ai a nossa escolha teve que ser repensada. Em Montreal conseguiríamos nos matricular na francisação e alugar um apartamento temporário mais facilmente do que em Québec, e por isso optamos por vir inicialmente para cá.

Nesse meio tempo tivemos a oportunidade de ir para Québec duas vezes em viagens exploratórias e conseguimos formar uma opinião sobre as duas cidades, para ajudar na nossa escolha.

Gostamos muito de Québec. 
Há pouco tempo atrás fiz um post falando sobre o nosso primeiro passeio em Québec, e tudo o que dissemos lá ainda se mantém. Québec é uma cidade linda! Super limpa, bem tranquila, muito bem organizada e super segura. Nos surpreendemos com o tamanho da cidade, pois esperávamos algo bem menor, mas Québec é uma cidade relativamente grande. Além disso, temos a impressão de que o custo de vida em Québec é menor e, pelo menos os apartamentos que visitamos em Québec, eram mais novos, melhores e mais baratos que os de Montreal.

Mas também gostamos muito de Montreal.
Viemos de São Paulo e alguns hábitos paulistas são difíceis de serem mudados de uma hora pra outra. Gostamos muito de restaurantes, bares, eventos e de ter várias opções ao mesmo tempo do que fazer e isso é constante em Montreal. Ainda não temos filhos, então nos viramos muito bem somente com o transporte público. Adoramos ter a nossa disposição um sistema de transportes completo e que funciona muito bem, com metros, ônibus e trens, que nos levam rapidamente aos diferentes pontos da cidade. E, apesar do custo de vida daqui ser um pouco maior, conseguimos encontrar bairros tranquilos e seguros, super parecidos com os bairros de Québec, mas ao mesmo tempo perto de todas as facilidades que Montreal nos oferece.

Confesso que a escolha não foi fácil, mas teríamos que começar focados em algum lugar e optamos por começar por aqui. Não descartamos de maneira alguma a possibilidade de em breve ou futuramente, irmos para lá, mas por enquanto nosso lugar é aqui. E, para comemorar a decisão, assinamos hoje nosso primeiro Bail, que para nós representa o primeiro passo dessa caminhada.

Sim, já temos endereço fixo!
A bientôt!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Passeando por aqui

Salut de novo!

Semana passada fomos para a cidade de Québec. Confesso que a nossa viagem foi mais "exploratória" do que turística  então não tenho muitas fotos para mostrar, mas mesmo assim vou colocar o que temos aqui.

Essa visita que fizemos à Québec teve como principal propósito conhecer a cidade que "possivelmente" vamos morar e depois do passeio, voltamos com aquela dúvida gigantesca. Vimos que Québec é uma cidade maior do que imaginávamos e não se resume somente ao centrinho-velho-turístico. A sensação de segurança, para nós, também foi bem maior em Québec do que aqui em Montreal, e não digo que Montreal não é segura, de jeito nenhum, mas Québec é bem mais tranquila. Além disso vimos que o custo de vida em Québec também é bem menor que em Montreal.

Levantamos também alguns pontos negativos sobre a cidade, como por exemplo, Québec não tem metro e dependeríamos de ônibus para tudo, enquanto ainda não temos carro. Outra coisa, Montreal está mais "perto de tudo" e achamos aqui mais fácil para nos deslocar para viagens e etc. Mas por outro lado, as empresas da cidade de Québec estão bem abertas para os estrangeiros e recém chegados e teríamos uma inserção mais rápida no mercado de trabalho. Além disso, para quem tem filhos pequenos, ou pretende ter em breve, também achamos que Québec é mais tranquila e oferece uma estrutura melhor para os pais criarem suas crianças.

Enfim, a dúvida ainda existe, mas o objetivo deste post era falar mais sobre os nossos passeios por aqui, então vamos às fotinhas. 

Vista do Observatório da cidade

Chateau Frontenac visto do observatório

Québec vista do observatório

Plaines d'Abraham

Vieux-Québec

Vieux-Québec

Vieux-Québec: Adorei essa parte da cidade com muitas lojinhas, bares e restaurantes fofos

Vieux-Québec e suas vielas

Vieux-Québec

Vieux-Québec

Vieux-Québec visão da balsa que atravessa para Lévis

Vieux-Québec visão da balsa que atravessa para Lévis
A bientôt.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Serviço de utilidade publica

Salut Pessoas!

Estamos sumidos, mas aos poucos retomando a nossa vida virtual, prometo que vou colocar alguns posts nos próximos dias contando todas as novidades.

Mas, o assunto hoje é um negócio que a gente não conhecia, testamos e aprovamos e queremos compartilhar com vocês por que o esquema é legal mesmo!


Por acaso alguém conhece o Allo Stop e o Amigo Express???? Eu não conhecia. Recebemos a indicação desse "serviço" através de uma amiga nossa que já está aqui e usou bastante. Trata-se de um sistema de covoiturage onde as pessoas que viajam de um lugar para outro, "vendem" assentos em seus carros e assim compartilham o mesmo veiculo, fazendo a viagem juntos, diminuindo o número de carros nas ruas e ainda colaborando com o meio ambiente, tudo por um precinho bem legal. De quebra você ainda conhece pessoas interessantes!


Neste final de semana fomos para a cidade de Québec e utilizamos o Amigo Express. Confesso que no começo estava meio cética se o negócio funcionaria mesmo e até com um pouco de receio quanto à pessoa que nos daria a carona, mas Graças a Deus deu tudo certo e viajamos com uma pessoa legal e responsável.

Uma das coisas mais legais que gostamos muito aqui no Canadá é a questão da confiança. Ninguém fica o tempo todo na defensiva, esperando que o outro vá se aproveitar dele ou de alguma situação. As pessoas simplesmente confiam na ética e educação umas das outras. Digo isso por que logo nos primeiros 10 minutos após conhecermos a nossa covoitureuse do trajeto de ida, ela simplesmente nos deixou no carro sozinhos para sair para encontrar a terceira e última passageira. Poderíamos ter ido embora com o carro dela, mas somos pessoas legais e não fomos! Rsrsrs

Na viagem de ida fomos com uma quebeca de Îles de la Madeleine, com um sotaque super carregado que entendemos só metade do que ela falou, mas que mesmo assim foi super legal. Já na volta, no domingo a tarde, viemos com um outro quebeco no volante e uma mocinha na frente. Infelizmente acho que eram muito tímidos ou não estavam muito afim de papo e acabou não rolando nenhuma conversinha. Mas tudo bem, por que acabamos relaxando um pouco, pois estávamos esgotados.

E, mais uma vez, reforçamos o que já dissemos: Covoiturage ou Carona é tudo de bom! Com certeza a gente não teria coragem de fazer isso no Brasil, mas aqui, depois de vermos como o sistema funciona, aprovamos e utilizaremos de novo, quantas vezes for necessário. E quando comprarmos o nosso carrinho aqui, certamente entraremos neste esquema também!

E sobre o fim de semana em Quebec, isso é assunto para outro dia.

A bientôt!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Immigrants et emploi: le Québec à la queue

O La Presse publicou ontem uma matéria muito interessante sobre o índice de desemprego entre os imigrantes no Québec, comparado com outras províncias canadenses. Pelo menos lá na École parece que o texto causou um pouco de repercussão.

Bom, não estamos ainda lá no Canadá, mas mesmo assim acabamos tirando as nossas conclusões. Desde sempre o índice de desemprego entre os imigrantes é maior que entre os nativos, assim como a média salarial dos canadenses sempre foi maior que a dos imigrantes, mas até ai é algo que todo mundo sempre soube e não estamos indo “enganados”.

Até onde nossas pesquisas alcançaram, temos a impressão de que grande parte deste número de imigrantes desempregados é composta por aqueles que chegam já na expectativa de conseguir um trabalho logo no primeiro mês, sem ao menos dar aquela super melhorada no idioma, e sim o idioma é um fator muito importante na busca do emprego. Acho que muitos de nós não contrataríamos uma pessoa que tem dificuldades em se expressar no idioma local. Por isso acho que cabe a nós sairmos daqui preparados para passar alguns meses de adaptação e depois sair para a busca da tão sonhada experiência canadense.

Enfim, não quero causar polêmica, mas é um assunto para se pensar.

A matéria, que segue abaixo, também pode ser lida aqui!

A bientôt!


Immigrants et emploi: le Québec à la queue

(Montréal) Si vous avez choisi d'immigrer au Canada, pensez-y à deux fois avant de vous installer au Québec!


L'Institut de la statistique du Québec (ISQ) ne le dit pas aussi crûment que cela, mais la conclusion d'une remarquable étude qu'il vient de publier saute aux yeux: pour les immigrants, le marché québécois du travail est nettement plus difficile à percer que dans les autres provinces. Les chiffres sont ceux de 2009, dernière année complète où l'on dispose de données permettant d'effectuer des recoupements selon l'âge, le sexe, le niveau d'instruction, la région de provenance. Le document fournit le portrait le plus complet jamais publié sur le sujet (1).

Au Québec, les immigrants occupent 12% de l'emploi total; cela représente 451 000 emplois. On peut raisonnablement penser que la vaste majorité de ces emplois se trouvent dans la région de Montréal, de très loin le premier choix de résidence chez les nouveaux arrivants.

D'entrée de jeu, un chiffre saute aux yeux: au Québec, le taux de chômage chez les immigrants se situe à 13,7%, comparativement à seulement 7,6% chez les travailleurs nés au Canada (que les spécialistes appellent les «natifs»). Cela va donc presque du simple au double. Cette situation n'est pas unique: dans la majorité des pays de l'Organisation de coopération et de développement économique (OCDE), on peut constater des écarts du même ordre.

Ce qui est plus dramatique, c'est que le reste du Canada réussit à faire beaucoup mieux. En Ontario, le taux de chômage chez les immigrants atteint 10,7%, comparativement à 8,4% chez les «natifs». Dans l'ensemble du Canada, les chiffres correspondants sont de 10% et 7,8%. Chez certaines catégories de travailleurs, les disproportions sont considérables: chez les immigrants très récents (arrivés depuis moins de 5 ans), le chômage n'est que de 7,4% en Saskatchewan, comparativement à 22,4% au Québec. Certes, avec le temps, la situation des immigrants s'améliore. Ainsi, chez les immigrants de longue date (10 ans et plus), le taux de chômage tombe à 10,7% au Québec, mais il demeure encore sensiblement plus élevé que la moyenne canadienne de 8,3%.

Ce que ces chiffres nous disent, c'est que la situation au Québec peut soutenir la comparaison au niveau international, mais que, dans un contexte canadien, le Québec accuse un retard considérable.

Qu'est-ce qui peut causer cela?

Le document vise d'abord à dresser un portrait de la situation, et demeure donc assez discret sur le sujet. Selon le directeur de l'étude, Jean-Marc Kilolo-Malambwe, la présence relativement forte d'immigrants dans une société d'accueil facilite l'intégration des nouveaux arrivants sur le marché du travail. Or, toutes proportions gardées, le Québec attire moins d'immigrants que les autres provinces. On a vu que les immigrants comptent pour 12% de l'emploi au Québec. En Colombie-Britannique, la proportion frise les 27%; en Ontario, 29%, dont une forte proportion d'immigrants de longue date. Le poids de l'Ontario contribue grandement à faire monter la moyenne canadienne à 20%.

Dans ces deux provinces, les immigrants constituent à l'évidence même une masse critique beaucoup plus importante qu'au Québec, et cela peut certainement contribuer, par effet d'entraînement, à faciliter l'accès au marché du travail.

Il faut aussi poser la question de la crédibilité des diplômes. Ainsi, le taux de chômage atteint 20% chez les immigrants diplômés en provenance d'Afrique (y compris les pays du Maghreb), mais tombe à 16% chez les Asiatiques et seulement 9% chez les Européens. Or, les pays du Maghreb (Algérie, Maroc, Tunisie) fournissent beaucoup plus d'immigrants au Québec qu'au reste du Canada. Un chiffre est remarquable: chez les immigrants, peu importe le pays de provenance, qui ont décidé d'effectuer leur formation au Canada ou de décrocher un diplôme dans une institution canadienne, le taux de chômage chute de façon spectaculaire à 8,5%.

Le document jette aussi un éclairage très intéressant sur le taux d'emploi (c'est-à-dire la proportion de personnes en âge de travailler et détenant un emploi). Plus le taux d'emploi est élevé, mieux c'est. Comme on peut s'y attendre, le taux s'emploi des immigrants établis au Québec, à 53,2%, est très inférieur à celui des travailleurs nés au Canada (60,8%). La différence la plus frappante concerne les jeunes femmes de 15 à 24 ans. Chez les jeunes femmes immigrantes de cette catégorie, le taux d'emploi plonge à 36%, 60,6% chez les «natives» du même groupe d'âge. Le document n'avance aucune explication là-dessus, mais on peut se poser la question: ce fossé pourrait-il avoir quelque rapport avec la forte proportion d'immigrants maghrébins, et de leur attitude à l'égard de la femme au travail?

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Québec: Ici, maintenant



Pessoal,

Uma pausa nos preparativos para a entrevista, para um videozinho (que não canso de assistir) sobre a Ville de Quebec, nossa futura cidade!

Enjoy!


domingo, 5 de setembro de 2010

A dificil escolha da cidade

Desde que começamos a planejar o projeto supernova, nos deparamos com a dificil escolha da cidade onde morar. Nunca pensei que fosse tão dificil tomar esta decisão, e pensando bem, é realmente algo para se pensar, discutir e pesquisar bastante, e mesmo assim, no final das contas, ainda corremos o risco de não ter feito a melhor escolha.

Mas, como nossa vida hoje é um resultado das decisões que tomamos no passado, decidimos arriscar, tomar uma decisão agora, e no futuro, se não der certo, é só a gente se mudar e começar de novo, assim como vamos fazer daqui a pouco tempo quando tudo se concretizar.

Bom, nossos principais critérios para escolha da região onde vamos morar são principalmente oportunidades de emprego e custo de vida. 

Inicialmente pensávamos em morar em Montreal, pois apesar do custo de vida ser um pouquinho maior que nas outras cidades é lá que se encontra o maior número de vagas de emprego para o Fabiano (que é quem vai focar mais na busca num primeiro momento). Enfim, por outro lado, ficamos com a duvida de que se a maioria dos imigrantes vão para Montreal, será que a concorrencia pelos empregos é bem maior do que nas outras regiões? É algo para se pensar.

Enfim, depois pensamos em ir para Gatineau pois pelo que pesquisamos, tem um custo de vida bem mais acessivel e uma grande quantidade de empresas principalmente na área de tecnologia. Segundo um dos sites do escritório de Quebec, a região de Gatineau perde apenas para o Vale do Silicio nos EUA, em número de empresas de TI da América do Norte. Mas não sei o que estamos fazendo de errado, mas é tão dificil encontrar vagas de emprego para Gatineau nos sites de recrutamento, que ficamos um pouco assustados. Pesquisamos também a questão de facilidade de acesso, transporte, etc e nos pareceu que é tudo bem distante e que precisariamos de um carro para nos locomover por lá, e isso não está nos nossos planos pelo menos no começo.

Agora estamos na fase Quebec Ville. Até onde chegamos com nossas pesquisas tudo parece indicar para o que precisamos. Custo de vida razoavel, oportunidades de emprego na área de TI e aparentemente serviços publicos acessiveis. Outra vantagem seria que nosso francês melhoraria muito e bem mais rápido, já que lá não se fala inglês, mas por outro lado, sofreriamos um pouco no começo por não ter ainda o francês fluente.

Enfim, a duvida persiste e então ainda continuamos na pesquisa. Vamos mandar em breve o nosso dossie e ainda não tomamos a decisão da cidade que queremos morar. Será que foi dificil assim pra todo mundo? Como ainda estamos com a duvida, aceitamos sugestões, criticas, comentários, etc! Fiquem a vontade.

domingo, 22 de agosto de 2010

O começo


Primeiro post e boas vindas ao nosso cantinho!

Criamos este blog para consolidar e compartilhar informações sobre o processo de imigração de Quebec, trocar informações uteis com outras pessoas que também estão passando por esta experiência e também para deixar registradas nossas conquistas, ansiedades e preocupações que sentiremos durante todo o processo.

Bom, nos apresentando: Somos um jovem casal, casados a pouco menos de 1 ano. Eu, 26 anos, bancária e formada em adm e comercio exterior e ele, 35 anos, analista de sistemas também em bancos, formado em ciencias da computação.

Como tudo começou: Em 2003 fiz um intercâmbio de pouco menos de 6 meses em Toronto, tive a oportunidade de conhecer várias cidades e simplesmente me apaixonei pelo Canadá.

De lá pra cá sempre pensava em voltar um dia para o Canadá, mas nunca me passou pela cabeça fazer curso de francês para tentar o processo de Quebec. Por diversas vezes pesquisei e me informei sobre o processo federal, mas a minha prioridade era fazer uma faculdade e o tempo foi passando, fui estudando e o projeto Canadá foi meio que ficando esquecido.
Nesse meio tempo, eis que surge o Fabiano. Nos conhecemos, namoramos, nos formamos, compramos um apartamento e nos casamos. Foi ai que tudo começou mesmo!

Viviamos cansados com tanta violência, insegurança, transito, stress, etc e principalmente ele, o Fabiano, estava querendo uma solução para esses problemas. Pensamos em morar no interior ou mesmo no nordeste ou em uma cidade bem pequena, mas tudo nos pareceu tão inviável. Problemas como saúde, segurança, educação de qualidade sempre continuariam. E quando falamos em um dia ter filhos, parece que esses problemas aumentam e isso nos entristece muito. Nos parece muito dificil e cruel educar filhos presos em grades e muros de condominios, pagar preços absurdos por escolas, planos de saude, etc.

Mas enfim, voltando a nossa historia, depois de um certo tempo com todas essas preocupações na cabeça e o stress do dia a dia, começamos a pensar em outras alternativas além do Brasil, e motivados inclusive por amigos que também estavam fazendo o processo de quebec, resolvemos iniciar o nosso projeto também. É claro que o nome de Projeto Supernova veio do Fabiano!

Bom, confesso que no começo fiquei um pouco relutante em morar longe da familia e dos amigos, deixar tudo que conquistamos aqui e começar do zero em outro país, mas aos poucos o antigo sonho canadense foi voltando e hoje estamos completamente engajados neste projeto de vida.

Hoje, poucos meses depois da tomada de decisão oficial, depois de muitas pesquisas, discussões, conversas com imigrantes e palestras assistidas, nosso projeto foi amadurecendo e estamos prontos para coloca-lo em pratica. 
Como falei de mais neste primeiro post de apresentação, vamos parando por aqui pra deixar mais informações para o proximo post.

À Bientôt.